TEMPORADA CONCERTOS OSP TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS SALA PRINCIPAL

Written by on 04/09/2020

5 SETEMBRO 21H00

Imagine o som de uma orquestra [Orquestra Sinfónica Portuguesa] a interpretar Beethoven e Mahler, acrescente a certa altura, um violino [Pedro Meireles], um violoncelo [Marco Pereira] e um piano [António Rosado]. Esse é o ambiente que o espera no concerto com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dia 5 de setembro, no Teatro Nacional de São Carlos, às 21h.

O programa celebra o génio de Beethoven, no ano do seu 250.º aniversário. A obra em destaque é o Triplo Concerto, num concerto dirigido por Joana Carneiro.

Sábado, 5 de setembro, às 21h, a Orquestra Sinfónica Portuguesa [OSP], interpreta em São Carlos duas obras de Ludwig van Beethoven [a Abertura de Fidelio e o Triplo Concerto em Dó Maior para Violino, Violoncelo e Piano] e uma obra de Gustav Mahler, o Adagietto da Sinfonia N.º 5.

Uma das obras, o Triplo Concerto em Dó Maior para Violino, Violoncelo e Piano, conta com a participação de três grandes solistas portugueses: Pedro Meireles (violino), Marco Pereira (violoncelo) e António Rosado (piano). Esperamos por si, no Teatro Nacional de São Carlos.

Teatro Nacional de São Carlos — Sala Principal
Temporada de Concertos OSP — 5 de setembro de 2020 — 21h


Ludwig van Beethoven
Fidelio Abertura op. 72c
Gustav Mahler

Sinfonia n.º 5, Adagietto
Ludwig van Beethoven
Triplo Concerto em Dó maior para violino, violoncelo e piano op. 56


Violino Pedro Meireles
Violoncelo Marco Pereira
Piano António Rosado
Direção Musical Joana Carneiro

Orquestra Sinfónica Portuguesa

M/6


“Monumento intemporal à vida, ao amor e à liberdade”: assim caracterizava Leonard Bernstein a única ópera de Beethoven, Fidelio. O compositor reviu a obra várias vezes, escrevendo sempre novas aberturas, e a versão apresentada em 1814 teve como início esta Abertura Fidelio op. 72c. Triplo Concerto, como é conhecido o Concerto em Dó Maior op. 56, foi escrito em 1803 e é o único concerto que Beethoven dedicou a mais de um instrumento solista e é, também por isso, obra única para a sua época. Foi dedicado ao Príncipe Lobkowitz, em cuja residência ocorreu a estreia privada da obra em 1804. A primeira execução pública deu-se em 1808.

Sinfonia nº 5 de Gustav Mahler foi composta no início do século XX e o seu famoso Adagietto – o quarto andamento da obra – é hoje planetariamente reconhecido e amado. Apesar de poucas luminosas passagens, este Adagietto parece obcecado por um enorme desalento, expresso na própria música em ousados e espantosos glissandi. Apenas escrito para os naipes de cordas e para harpa, é um oásis verdadeiramente espantoso numa sinfonia maciçamente orquestrada. É a obra mais executada do compositor – uma das principais razões desta popularidade advirá do facto de ter sido usada por Luchino Visconti no seu filme Morte em Veneza.


República Portuguesa — Cultura
OPART Organismo de Produção Artística

Current track

Title

Artist