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    APRESENTAÇÃO “SONHOS E FLORES COM ASAS” DE TILÓ HENRIQUES 4 MAIO.

    Written by on 02/05/2019

    ♡ Dançam as mãos do meu amor por entre as flores ♡


    As Edições Oz e a autora Tiló Henriques têm o prazer de os convidar para o lançamento da obra: “Sonhos e Flores com Asas”

    Com a colaboração da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica
    Obra ilustrada com a fotografia de Teresa J S Bento
    Apresentação: Paula OZ e Olga e Sousa
    Curadoria: Olga e Sousa
    Crítica Literária: Paula OZ


    Prefácio: Jorge Ferreira
    Posfácio: Jaime Lopes

    “Caminha em mim esta estrada de sonho
    meu chão de poemas que me beijam a alma
    doces como romãs gemendo amor
    que me fazem esquecer e adormecer qualquer dor.

    Dias incandescentes como a lava dum vulcão
    onde desde a madrugada acorda a emoção
    as papoilas ondulam nas margens da paixão..”

    Tiló Henriques
    ♡ Sonhos e Flores com Asas ♡


    Fotografia a cargo de Teresa J. S. Bento
    Momentos Musicais: Henrique Marques

    A realizar-se no dia 4 de Maio às 15:30 horas
    Fórum Grandela
    Estrada de Benfica nº 419
    Lisboa

    CRÍTICA LITERÁRIA DE PAULA OZ À OBRA
    – Excerto –

    | Eis o que é a poesia viva: a natura expansiva da verdade, a inspiração no esvoaço mais livre e inconsciente. Todas as exultações e inquietações que ressoam em liberdade nos poemas e alentam as suas próprias agitações e abalos. 
    .
    Porque a poesia é onde a voz encontra o seu espaço para clamar, esperançar e lacrimejar com emancipação, assim como, tecer uma melodia áurea. Como um violino – pulsação sensitiva, melancólica e céu espiritual – e tambores – pulsação latente, existencial e natureza à luz do afecto – cada verso, haure AMOR, beijando as almas pela inspiração! 
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    É bem evidente, em “Sonhos e Flores com Asas”, a constatação da lira em diálogo, como se os vocábulos desaguassem do rio ao mar, da terra ao céu e do sol à lua, formando, nas entrelinhas lunares – porque não sonhar? – o pulsar de cada página, como um enfileiramento de versos em estrofes heterométricas que se vai reunindo até abraçar a asa do poema num todo.
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    Essa habilidade grafemática – que se veio a radicalizar em movimentos poéticos posteriores à poesia concretista, caracterizada pelo verso tradicional que remota à origem da antiguidade greco-latina – face ao romantismo vs. modernismo patente e enraizado nas suas veias literárias, alienado às doces metáforas que embalam cada verso, Tiló Henriques viaja num espaço da página lírica e com a ortodoxia das estrofes semanticamente encadeadas, dá um voejo pelo cosmos, sobressaindo-se, perante as vírgulas e as reticências, no silêncio das estrelas.
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    Assim a LITERATURA. Considerada o repositório poético da essência celestial, espiritual e humanitária. |

    PAULA OZ