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AS CORES DOS AUTORES 62ª EMISSÃO. 14:30/16:30H. TEOLINDA GERSÃO. A SEDUÇÃO NA ESCRITA.

Written by on 19/04/2019

AS CORES DOS AUTORES. Na tela da Rádio, Histórias, Conversas, Percursos, Ideias, Sensibilidades. Esculpindo Memórias.

Produz Realiza JORGE GASPAR.

Emissão 62 – 20 Abril. 14:30/16:30H. Na emissão de hoje a presença de TEOLINDA GERSÃO.

Como ponto de partida para uma conversa sobre a sua obra, e sobre Literatura, o lançamento do seu ultimo livro “Atrás da porta e outras histórias”, apresentado a 12 Fevereiro na Fnac Chiado. A Introdução esteve a cargo de Manuel Alberto Valente, escritor e editor da Porto Editora, e a Apresentação foi feita por Teresa Martins Marques, escritora, prof. e investigadora.

Atrás da porta há segredos. De beleza ou de horror, porque o mundo e a vida não são o que parecem.
Por vezes a literatura consegue espreitar por uma frincha da porta, ou mesmo forçá-la a abrir-se.
Essa tentativa, sempre renovada, é o objectivo da escrita.

Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004. É autora de vários livros de ficção, traduzidos em 11 línguas. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda e o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011), o Prémio Fernando Namora (Passagens, 2014) e o Prémio Literário Vergílio Ferreira 2017 pelo conjunto da sua obra. Alguns dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia.