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“EÇA DE QUEIRÓS CRONISTA” DE ANNABELA RITA.

Written by on 19/11/2018

“Eça de Queirós Cronista – Da «Chronica» à Crónica”

de Annabela Rita.

 

 

A autora analisa a formação do género crónica entre o Distrito de Évora (1867) e As Farpas (1871-72), quer na escrita queirosiana, quer, por extensão justificada, na escrita oitocentista.

Desde a fase de indefinição e heterogeneidade como secção jornalística (Chronica) até à sua definição genológica (crónica), em consagrada publicação autónoma, acompanhamos um itinerário de elaboração retórica deste género enquadrado pelo percurso intelectual e ideológico de Eça de Queirós e da Geração de 70.

Esta obra é, pois, uma reflexão estratégica e fundamental para a compreensão da obra queirosiana e dos caminhos da Literatura e do Jornalismo oitocentistas, na génese da nossa contemporaneidade.

 

Annabela Rita

Doutorada em Literatura Portuguesa e com Agregação e dois pós-doutoramentos em Literatura, que trabalha na sua relação com as outras artes. É professora e Diretora de Licenciatura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Autora de diversas obras ensaísticas, entre as quais   “Do Que Não Existe-Repensando o cânone literário” (2018); “Eça de Queirós Cronista-Da «Chronica» à Crónica”(2017); Luz e Sombras do Cânone Literário (2014); Focais Literárias (2012); Paisagem & Figuras (2011); Cartografias Literárias (2010, 2012); Itinerário (2009); No Fundo dos Espelhos (2 vols., 2003-07), Emergências Estéticas (2006); Breves & Longas no País das Maravilhas (2004); Labirinto Sensível (2003); Eça de Queirós Cronista. Do “Distrito de Évora” (1867) às “Farpas” (1871-72) (1998).