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“AS CORES DOS AUTORES” 19 MAIO ‘14.30/16.30H’ – A ARTE E OS SEUS MODOS DE VER A VIDA – A REALIDADE DA VERDADE NA PINTURA DE “INÊS DOURADO.”

Written by on 18/05/2018

AS CORES DOS AUTORES.

Na tela da Rádio, Histórias, Conversas, Percursos, Confidencias, Sensibilidades. Esculpindo Memórias.

Produz e Realiza JORGE GASPAR.

Emissão 21 – 19 Maio – 14.30/16.30h.

A Emissão de hoje é dedicada à Arte da Pintura. Na tela as cores da realidade e da verdade na pintura de INÊS DOURADO.

Nasceu em Ferreira do Alentejo (sul de Portugal). Vive em Lisboa. Na pintura considera-se uma autodidacta. Contudo, na expectativa de “aperfeiçoar as técnicas de pintura” frequentou a Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa (SNBA), Escola Artesãos de Lisboa e Escola de Artesãos de Loures, tendo como “orientador” o saudoso Mestre Castro Infante, Engº de Const.Naval, poeta e pintor.
É licenciada em História da Arte e Mestre em História da Arte Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humana da Universidade Nova de Lisboa, onde também frequentou a licenciatura de Filosofia até ao 3º ano (com 30 disciplina realizadas).
Sobre a sua pintura, Mestre Castro Infante dizia:
“Na pintura de Inês Dourado há a poesia da ronda das cidades e dos dias repletos de luz e de sombra. As cores cantam o casario numa carícia leve. Belas são as coisas que as mãos da pintora tocam em busca da sua verdade. Que essa verdade não vos escape.”
Numa outra fase, e alargando o seu olhar para além da “ronda das cidades”, Inês Dourado persiste na poesia colorida do silêncio, apelando também para que não deixemos escapar as coisas belas do ser e da natureza: O azul do céu, do mar, os pôr-do-sol aqui e acolá nos seus poentes silenciosos e radiantes, o brilho da lua no silêncio da noite derramando luz num manto de mar de prata, a envolvência do ser na natureza. Assim, o seu dia-a-dia, as suas viagens, são motivo de busca da sua verdade, que se dilata também na ronda da natureza e do ser. A artista diz: “Nos dias que correm a minha pintura pode não valer nada para os ‘experts’ meus contemporâneos.Contudo, o que pinto é o que vivo, o que vejo, o que conheço e o que sonho. Através dela tento despertar os olhares para aquilo que temos de mais precioso na vida: a natureza, o ser e ‘as coisas’ do Mundo. Espero que, como dizia o saudoso Mestre Castro Infante – um grande pintor, poeta e expert na construção de navios – a possível verdade que tento captar e transmitir na minha pintura, não escape ao olhar de quem a ‘vê’ e ao olhar daqueles que julgam que a contemporaneidade está no fazer ‘coisas’ ,que escapam ao olhar da maioria. A arte deverá ser entendida por todos. Deve ter como objectivo sensibilizar todas as pessoas, tentando assim criar o hábito de “Ver” e compreender a arte. Só apurando a sensibilidade do outro se poderá seguir no sentido da compreensão de todos os tipos de arte. E haverá algo mais compensador do que fazer arte que seja entendida por todos os que dela gostam? Ver no rosto de TODOS um sorriso ou um gesto, que transmita entendimento daquilo que vê?”

Individuais (individual exhibitions)

-Centro Cultural de Ferreira do Alentejo, 1994
– Associação de Artesãos de Loures, 1996
– Centro Cultura da Damaia, 1996
– Salão de Exposições da sede da empresa alemã Hoechst Portuguesa (Mem Martins), 1996
– Junta de Freguesia de Benfica (Lisboa), 1997
– Junta de Freguesia de Alcântara (Lisboa) , 1998
– Junta de Freguesia de Cascais, 2000
– Galeria de arte do “EL CORTE INGLÉS” de Lisboa, 2000
– Galeria da Caves Porto Calém (V.N,Gaia, Porto,2012)
– “Vinte Anos Depois…” União Juntas Freg. Canhestro e Ferreira do Alentejo, 2014
– “Vinte Anos Depois…” (Revisitada), galeria de Arte Capela de Santo António, Ferreira do Alentejo

Colectivas (Collective exhibitions)

– Junta de Freguesia da Mina (Amadora) 1996
– Hotel Penta em Lisboa (V Exposição de Artes Plásticas e Artesanais), 1996
– Espaço Museológico de Ferreira do Alentejo, 1996
– Banco de Portugal (Quinta da Fonte Santa em Caneças), 1996
– III Exposição Internacional de Vendas Novas (1997)
– I Exposição Internacional da Moita – INATEL (1997)
– VII Exposição de Artistas Alentejanos, em Évora (1997)
– IV Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas (1998)
– V Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas (1999)
– VI Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas(2000)
– VIII Exposição Internacional Artes Plásticas de Vendas Novas (2002)

– Exposicion de los Artistas Latinos (Argentina, 2009);
– Exposição Pintura-Fotografia Cafetaria/Galeria e, 2009;
– Exposicion Colectiva de la Asociacion Sensibilizarte “Arte por Haiti” (El Molar/Espanha,2010)*;
– Exposicion Colectiva de la Asociacion Sensibilizarte “Arte por Haiti” (Blanes/Espanha, 2010)*;
– Exposition Colectiva de la Asociacion Sensibilizarte “Arte per Chile” (Sta.MªMonjuic/Espanha, 2010)*
– Exposition Colectiva de la Asociacion Sensibilizarte “XX Feria de la Artesania” (Maçanet de la Selva, Girona, Espanha, 2011)
– Exposição Colectiva Solidária “Vamos Ajudar a Liliana”, (Edifício Mergulhão,A Dos Cunhados, 2014)
– 4º Salão Internacional Pequeno Formato 20X20″ (Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, 2014)
– Exposição Colectiva Solidária “Sorrisos de Lisboa”, (Museu da Cidade de Lisboa, Campo Grande, Lisboa, 2014)
– Exposição Colectiva Pequeno Formato, Revisitada (Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, 2015

*Para angariação de fundos para doar às vitimas do terramoto de Haiti e Chile

Exposições permanentes na Internet (Internet exhibitions)

artmajeur.com/pintura-inesdourado
facebook.com/ines.dourado
https://plus.google.com/u/0/113886942639063947883/posts

 

Prémios

– 2º Prémio de Pintura dos “1ºs Jogos Culturais de Ferreira do Alentejo”, 1996
– 1º Prémio de Pintura nos “2ºs Jogos Culturais do Alentejo”, 1997
– 1º Prémio de Desenho nos “2ºs Jogos Culturais do Alentejo”, 1997
– Silver Award (Prémio de Prata) do site internacional Artmajeur, 2009
– Silver Award (Prémio de Prata) do site Internacional Artmajeur, 2010
– Golden Award (Prémio de Ouro) do site Internacional Artmajeur, 2014

Arte para TODOS

“Se na contemporaneidade se pretende que arte seja compreendida por todos, que seja uma arte que se identifique com o quotidiano – a ‘arte na vida’ – então talvez não seja má ideia os artistas, os autores, começarem a fazer arte e ‘explicar’ ao ‘outro’ o que com ela quer comunicar. Que se trabalhe para que ‘TODA A ARTE’ seja entendida por aqueles que preenchem o quotidiano duma sociedade, ou seja, por TODOS. A Arte é feita de emoções, sensações. Tentemos então despertá-las explicando a todos – e não apenas àqueles que chamamos de ‘intelectuais’ – o que com ela dizemos. A arte transmite ‘modos de ver’ e estes podem ser clarificados, independentemente do modo como cada um a entenda. O que é preciso é que se entenda que a arte – seja ela qual for – diz, comunica, transmite sempre qualquer coisa.”